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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Mesmo com chapa forte, PDT terá dificuldades para reeleger bancada na Assembleia Legislativa

Comandado pelo senador Weverton Rocha, pré-candidato a governador, o braço maranhense do PDT tem um desafio enorme: administrar a disputa no partido para a Assembleia Legislativa. Para começar, são cinco deputados estaduais em busca da reeleição: Cleide Coutinho, Glaubert Cutrim, Rafael Leitoa, Ricardo Rios e Zito Rolim. Além desses, dois pesos pesados que veem de fora: Chico Leitoa, ex-prefeito de Timon e ex-deputado estadual, e Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal de São Luís. Mais ainda: o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto, hoje no PCdoB, poderá migrar para o PSB ou para o PDT, e se ficar com a última opção, entrará numa barca em que, à exceção de Cleide Coutinho, que tem base para se reeleger sem problemas, os outros quatros deputados e mais o ex-deputado de Timon e o vereador de São Luís travarão uma guerra de vida ou morte no que diz respeito ao mandato.

O certo é que, por mais votos que a chapa pedetista para a Assembleia Legislativa venha receber, dificilmente reelegerá os cinco deputados mais Osmar Filho e Chico Leitoa. Não se discute que será uma chapa muito forte, principalmente se vier a ser reforçada pelo deputado Othelino Neto, mas também não há garantia de que a massa de votos do PDT para deputado estadual saia das urnas com poder de fogo para eleger oito deputados estaduais, mesmo que o senador Weverton Rocha venha a ser candidato a governador. (Coluna Repórter Tempo)

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