Páginas
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Cláudia Coutinho visita Câmara de Timon para agradecer título de cidadã antes mesmo da homenagem
Operação Limos: PF e CGU combatem desvios de recursos públicos e lavagem de dinheiro
![]() |
| Foto: ilustração |
Timon dará início a 31ª edição dos Jogos Escolares Timonenses nesta quinta (21)
O JETs 2026 reunirá cerca de 3.500 alunos de 53 escolas das redes pública e privada. Ao todo, serão disputadas 15 modalidades esportivas: futsal, voleibol, basquetebol, handebol, atletismo, badminton, vôlei de praia, ciclismo, xadrez, judô, luta olímpica, natação, tênis de mesa, capoeira e jogos eletrônicos.
As competições acontecerão entre os dias 22 de maio e 3 de junho, em diversos polos esportivos da cidade, entre eles o Centro da Juventude Francisco Carlos Jansen, o Complexo Esportivo Miguel Lima, a EMEF M. Castelo Branco, o Colégio Mãos Dadas e o Colégio Militar Tiradentes V.
A cerimônia de abertura contará com a presença dos atletas, autoridades municipais, representantes escolares e professores, marcando o início de mais uma edição da maior competição estudantil do município.
Mantendo o compromisso com a inclusão, a edição 2026 também contará com os Parajets, iniciativa implantada de forma inédita no ano passado e que segue ampliando a participação de atletas com deficiência nas competições, fortalecendo o caráter democrático e integrador dos jogos.
Abertura oficial da 31ª edição dos JETs
Data: 21 de maio de 2026
Horário: 16h
Local: Ginásio Francisco Carlos Jansen, Avenida Teresina, nº 865
terça-feira, 19 de maio de 2026
Timon se destaca entre os 26 municípios com a gestão mais inovadora do Brasil em prêmio nacional do Sebrae
PF cumpre mandados em dois estados contra crimes sexuais infantis na internet
![]() |
| Foto: Arquivo |
Legislativo timonense aprova matérias voltadas à mobilidade, cultura e serviços públicos
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Judiciário determina a Estado e Município ensinar história e cultura afro-brasileira e africana
![]() |
| foto/divulgação: Getty Images |
sábado, 16 de maio de 2026
Assembleia Legislativa debate a abolição da escravidão e reparação histórica no Maranhão
Para o professor doutor Yuri Costa, o dia 13 de maio precisa ser compreendido para além da assinatura da Lei Áurea e servir como um momento de reflexão crítica sobre as consequências da escravidão
![]() |
| Foto: Meiky Braga |
A palestra foi ministrada pelo professor doutor Yuri Costa, docente da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), com mediação de Hiago Andrade. A proposta central do evento foi revisitar criticamente a narrativa histórica construída em torno do 13 de maio de 1888, questionando a ideia da Princesa Isabel como figura central e “redentora” da abolição.
Durante a palestra, o professor destacou que a data precisa ser compreendida para além da assinatura da Lei Áurea e deve servir como um momento de reflexão crítica sobre as consequências deixadas pela escravidão e pelo processo de pós-abolição no Brasil. “O 13 de Maio é uma data importante para reflexão. Ela foi historicamente construída como simbólica por conta da lei que formalmente extinguiu a escravidão. Mas, essa é uma data revisitada há décadas, sobretudo, pelo Movimento Negro e pelas instituições acadêmicas, porque entendemos cada vez mais o quanto a forma escolhida pelo Estado Imperial brasileiro foi irresponsável diante dos milhares de brasileiros e brasileiras escravizados naquele contexto”, afirmou Yuri Costa.
O palestrante ressaltou que os impactos da falta de políticas de reparação continuam presentes na sociedade brasileira atual. “É uma data para termos um posicionamento crítico sobre o contexto da abolição e sobre o pós-abolição, porque até hoje vivemos as consequências daquilo que foi construído, ou do que deixou de ser construído, em torno da abolição da escravidão no Brasil”, completou.
Resistência negra
Durante a exposição, o professor também enfatizou que o fim oficial da escravidão não pode ser entendido apenas como um ato humanitário da monarquia, mas como resultado da resistência negra, das pressões econômicas internacionais e das lutas travadas pelos próprios escravizados ao longo da história.
O debate abordou, ainda, o conceito de “abolição incompleta”, destacando que a liberdade concedida após a assinatura da Lei Áurea ocorreu sem políticas de inclusão social, reparação histórica ou garantia de direitos à população negra recém-liberta. Segundo os organizadores, essa falta de políticas públicas estruturantes contribuiu diretamente para a manutenção das desigualdades raciais e sociais que persistem no país.
Para a servidora da Assembleia Legislativa e funcionária do setor de Arquivo, Dóris Melo, a palestra trouxe reflexões importantes sobre memória e consciência histórica. “Foi um momento muito enriquecedor. A gente percebe como muitos aspectos da nossa sociedade atual ainda têm ligação direta com esse passado escravocrata. É importante que a Assembleia abra esse espaço de debate e reflexão, principalmente para que as pessoas compreendam melhor a nossa história e a necessidade de discutir igualdade racial”, destacou.
Papel do Maranhão
Outro ponto discutido foi o papel do Maranhão nesse contexto histórico. O estado possui uma das maiores populações afrodescendentes do Brasil e carrega marcas profundas deixadas pelo período escravocrata, refletidas até hoje em indicadores sociais, econômicos e raciais.
De acordo com a organização, o projeto tem como objetivos compreender a história da abolição no Maranhão oitocentista, analisar a organização política da sociedade maranhense no século XIX e ampliar o acesso à informação histórica por meio de debates públicos e educativos.
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Câmara de Timon homenageia famílias e entrega título de cidadão em solenidades marcantes
Prefeitura de Parnarama realiza mega show de prêmios em homenagem ao Dia das Mães
Prefeitura de Timon e Governo Federal assinam ordem de serviço para construção da nova Policlínica
![]() |
| Foto: Prefeitura de Timon (Leonardo Rocha/Secom) |
![]() |
Foto: Prefeitura de Timon (Leonardo Rocha/Secom) |












