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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Deputado Alexandre Almeida denuncia fraude na merenda escolar de Timon

Alexandre Almeida denunciou superfaturamento na compra de erva doce
Em discurso inflamado, durante a sessão legislativa dessa terça-feira (10), o deputado Alexandre Almeida denunciou mais uma grave irregularidade na contratação de serviços pela atual administração municipal de Timon. Desta vez, o deputado trouxe para o plenário da Assembleia Legislativa documentos que comprovam contratação de empresa inidônea para fornecimento de merenda escolar, bem como o superfaturamento dos produtos adquiridos pela prefeitura.

Alexandre Almeida disse que em consulta ao Portal da Transparência, constatou que a prefeitura de Timon contratou a empresa Norte e Sul Alimentos Ltda, que tem como sócio Flávio Henrique Rocha Aguiar, condenado pela justiça federal do Piauí por improbidade administrativa. “A decisão final da justiça em relação à condenação desse empresário saiu no dia 28/01/2014, proibindo o mesmo de celebrar contratos com o poder público, e no dia 29/01/2014 inicia-se a farra de faturas pagas pela prefeitura de Timon a empresa do senhor Flávio Henrique, que entre 2014 e 2015 recebeu mais de R$ 7 milhões de reais”, informou o parlamentar.

Além da contratação de empresa ilegal, Alexandre Almeida ainda citou o superfaturamento no valor dos produtos fornecidos pela Norte e Sul Alimentos para uso da merenda escolar. “A pesquisa de mercado feita antes da licitação apurou o valor de R$ 3,90 para o alho em pasta, e o valor registrado na ata final foi de R$ 19,50; para erva doce a pesquisa apurou o valor de R$ 2,20, e o valor registrado na ata final foi R$ 22 reais; para a farinha de mandioca o valor apurado foi de R$ 3,50, e o valor registrado na ata final foi R$ 5,80; por fim, o milho amarelo em lata de 200g, a pesquisa de mercado apurou o valor de R$ 2,30, sendo que o valor registrado na ata final foi R$ 11,50”, denunciou o deputado.

“Isso é ilegal, é imoral, é criminoso, a prefeitura de Timon está usando verba federal destinada à merenda escolar das crianças para pagar um contrato com irregularidades gravíssimas, mas eu não irei aceitar essa prática que além de atrasada e de representar o passado, é nojenta e corrupta, as nossas crianças não merecem isso”, finalizou Alexandre Almeida. (Assessoria)

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