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terça-feira, 7 de junho de 2022

Juízes ministram palestra sobre violência contra crianças e mulheres

Palestra conscientiza sobre a importância de romper o silêncio das vítimas
Estudantes dos níveis fundamental maior e médio do “Centro Educacional Estrela da Manhã”, em Timon, participaram de palestra sobre o combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes, na manhã de segunda-feira (6), realizada por juízes da comarca.

A palestra foi ministrada pelos juízes Paulo Roberto Brasil Teles de Meneses, da 3ª Vara Criminal e Simeão Pereira e a comissária de justiça Juliana Mendes, da Vara da Infância e Juventude.

Durante a palestra, os juízes e a servidora discorreram sobre as estratégias de combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes e de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher e enfatizaram a importância de denunciar os casos de violência que ocorrem na comunidade. 

Utilizando o apoio de apresentação de telas na abordagem dos temas, os juízes também abordaram o envolvimento de menores em infrações penais e responderam perguntas dos estudantes – a maioria com idade entre 12 e 17 anos, esclarecendo suas dúvidas sobre esses temas.

ROMPIMENTO DO CICLO DE IMPUNIDADE

A temática abordada com os alunos, segundo os juízes, é uma “reflexão quanto à necessidade de evitar o silêncio das vítimas” de violência sexual contra crianças e adolescentes e de violência doméstica e familiar contra a mulher, devendo essas situações ser denunciadas às autoridades competentes, rompendo assim o “ciclo de impunidade dos agressores’.

A palestra foi acompanhada pela diretora da escola, professora Cláudia Regina e funcionários, que organizaram um ambiente especial na quadra de esportes da escola para receber a palestra e acolher os estudantes durante o encontro com os juízes, com decoração e balões.

Ao final do encontro, o juiz Simeão Pereira recebeu uma placa de homenagem entregue pela diretora e alunos, em agradecimento ao empenho do magistrado na sua atuação em defesa dos direitos das crianças e adolescentes. As informações são da Corregedoria Geral da Justiça.

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