Pg. 4. Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Maranhão TRE-MA de
16/01/2013
PORTARIA Nº 459/2012-CRE
O Corregedor Regional Eleitoral
do Maranhão, no uso de suas atribuições legais e regimentais, e com base na
Resolução nº 3734, de 25.04.2002, deste TRE-MA,
RESOLVE:
DESIGNAR a magistrada SUSI PONTE
DE ALMEIDA, Juíza de Direito da 2ª Vara
Cível da comarca de Timon, para responder pela 94ª Zona Eleitoral, com sede no
referido município, no dia 19.12.2012, nos termos do art. 6º da Resolução-TSE
nº. 21.009/2002 .
Dê-se ciência. Publique-se.
Cumpra-se.
Gabinete da Corregedoria
Regional Eleitoral do Maranhão, em 14 de dezembro de 2012.
Des. José Bernardo
Silva Rodrigues
Corregedor Regional
Eleitoral
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO MARANHÃO
CORREGEDORIA REGIONAL ELEITORAL
PORTARIA Nº 460/2012-CRE
O Corregedor Regional Eleitoral
do Maranhão, no uso de suas atribuições legais e regimentais, e com base na
Resolução nº 3734, de 25.04.2002, deste TRE-MA,
RESOLVE:
RETIFICAR o teor da Portaria n.º
454/2012-CRE/MA, para passar a constar a seguinte redação:
INVESTIR o magistrado SIMEÃO
PEREIRA E SILVA, Juiz de Direito da 4ª Vara Cível da comarca de Timon, na
titularidade da 94ª Zona Eleitoral, com sede no referido município, para o
biênio de 20.12.2012 a 20.12.2014 , ad referendum da Corte deste Tribunal Regional
Eleitoral do Maranhão, conforme o disposto no Art. 14, § 1º e Art. 32 do Código
Eleitoral.
Dê-se ciência. Publique-se.
Cumpra-se.
Gabinete da
Corregedoria Regional Eleitoral do Maranhão, em 14 de dezembro de 2012.
Des. José Bernardo
Silva Rodrigues
Corregedor Regional
Eleitoral
Pg. 305 e 306. Diário de Justiça do Estado do Maranhão DJMA de
22/01/2013
QUARTA CÂMARA CÍVEL
Processo Nº:
0007485-81.2012.8.10.0000
AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº:
0438902012
AGRAVANTE: ELIESIO CAMPELO LIMA,
MARIA DO SOCORRO DE OLIVEIRA, MARIA DAS GRAÇAS MENEZES , SIDNEY MARCOS PEREIRA
RODRIGUES,
ADVOGADO(A)(S): MARCOS ANDRÉ LIMA
RAMOS (OAB/MA 7773-A), FRANCISCO LUCIÊ VIANA FILHO (OAB/PI 7757)
AGRAVADO: MINISTÉRIO PÚBLICO
ESTADUAL,
PROMOTOR(A)(ES): SELMA REGINA
SOUZA MARTINS
Relator(a): PAULO SÉRGIO VELTEN
PEREIRA
DECISÃO
Trata-sede Agravo de Instrumento
com pedido de efeito suspensivo interposto por ELIÉSIO CAMPELO LIMA e outros,
irresignados em face da decisão proferida peloMM Titular da 1ª Vara Cível da Comarca
de Timon/MA que, nos autos da Ação Civil Pública por Ato de Improbidade,
recebeu a petição inicial e determinou a intimação dos agravantes para
oferecerem contestação.
É o que cabe relatar no momento.
Decido.
Em juízo de cognição sumária, verifico que não há fundamento relevante
para fins de decisão de urgência pelo Relator, uma vez que a decisão agravada
encontra-se devidamente fundamentada e partiu da existência de indícios
suficientes de autoria e materialidade da prática de ato de improbidade administrativa.
Ademais, durante toda a instrução processual os agravantes terão plena
oportunidade de exercer os seus direitos constitucionais ao contraditório e à
ampla defesa, insurgindo-se tempestivamente contra todas as questões
preliminares e de mérito.
As teses de ilegitimidade passiva
ad causam, existência de conexão, inépcia da petição inicial, inexistência de
prática de atos de improbidade administrativa e ausência de dolo dos
agravantes, além de ainda não terem sido enfrentadas pelo Juízo de base, são
argumentos de mérito da ação originária, que poderão ser debatidos no momento
oportuno da instrução processual.
Logo, não vejo nenhum aspecto da
decisão do MM. Juiz de 1º grau a merecer qualquer reparo, vez que devidamente
fundamentada a teor do disposto no inciso IX do art. 93 da Constituição da
República, bem como no art. 17, § 8º da Lei nº 8.429/1992.
Sobre o assunto, o Colendo
Superior Tribunal de Justiça já se manifestou por diversas vezes, como vê nos
julgados abaixo:
ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL.
AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE IMPROBIDADE
ADMINISTRATIVA. QUEBRA DE ORDEM CRONOLÓGICA DE PRECATÓRIOS POR MEIO DE ACORDO
ENTRE PARTICULARES E ENTIDADE PÚBLICA. RECEBIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL DA AÇÃO
DE IMPROBIDADE. DESNECESSIDADE DE ANÁLISE DE MÉRITO. AUSÊNCIA DE NULIDADE
PROCESSUAL EM RAZÃO DA NÃO MANIFESTAÇÃO PRÉVIA (ART. 17, § 7º, DA LEI N.
8.429/1992). ACÓRDÃO EM SINTONIA COM O ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL DO STJ.
1.O recurso especial que se quer
admitido foi interposto contra acórdão proferido pelo Tribunal Regional
Federal, em sede de ação civil pública que apura ato de improbidade
administrativa em decorrência da quebra da ordem cronológica no pagamento de
precatório judicial, por meio de acordo entre as partes. Esse acórdão decidiu
que a ausência de manifestação prévia de todos os réus não gera nulidade da
decisão agravada; que "a eficácia da sentença a ser proferida no âmbito da
ação de improbidade não depende da apontada citação de todos os réus"; e
que "a alegação relativa à análise do cometimento ou não do ato de
improbidadepela ré, bem como outras dúvidas e pormenores que circundam os
supostos atos de improbidade, haverão de ser dirimidas por ocasião da instrução
processual e posterior prolação da sentença, tendo em vista que a apreciação
dessas matérias requer o exame aprofundado de provas, o que não se mostra
viável no presente momento processual, sobretudo diante de uma possível e
indevida supressão de grau de jurisdição".
2. O entendimento jurisprudencial
do STJ é no sentido de que, não demonstrado o prejuízo, não há nulidade
processual em razão da ausência de manifestação prévia de um dos réus em ação
civil pública de improbidade administrativa. Precedentes: AgRg no REsp
1127400/MG, Rel. Ministro Hamilton Carvalhido, Primeira Turma, DJe 18/02/2011;
REsp 1184973/MG, Rel. Ministro Arnaldo Esteves Lima, Primeira Turma, DJe
21/10/2010; AgRg no Ag 1379397/PE, Rel. Ministro Benedito Gonçalves, Primeira
Turma, DJe 07/12/2011; REsp 1233629/SP, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda
Turma, DJe 14/09/2011.
3.No que se refere ao art. 17, §
8º, da Lei n. 8.429/1992, o acórdão também está em sintonia com a
jurisprudência do STJ, pois, na fase de recebimento da petição inicial da ação
por improbidade, não é necessário o exame meritório exauriente a respeito dos
elementos fático-probatórios dos autos. Vejam-se, dentre outros: AgRg no AREsp
3.030/MS, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe 09/05/2011;
REsp 1220256/MT, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe
27/04/2011; AgRg no Ag 1357918/ES, Rel. Ministro Benedito Gonçalves, Primeira
Turma, DJe 08/04/2011; AgRg no Ag 1331745/RJ, Rel. Ministro Herman Benjamin,
Segunda Turma, DJe 04/02/2011; REsp 1008568/PR, Rel. Ministra Eliana Calmon,
Segunda Turma, DJe 04/08/2009 .
4. O art. 249, § 2º, do Código de Processo Civil - CPC não está
prequestionado, o que impede o conhecimento do recurso, nessa parte, conforme
preceitua o entendimento contido na Súmula n. 282 do STF.
5. Agravo regimental não
provido.( AgRg no AREsp 91516 / DF AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO
ESPECIAL 2011/0285237-9 Relator(a) Ministro BENEDITO GONÇALVES. Órgão Julgador
T1 - PRIMEIRA TURMA Data do Julgamento 10/04/2012 Data da Publicação/Fonte DJe
17/04/2012)
Acerca do momento oportuno para
discussão dos argumentos de mérito, verifica-se o julgado abaixo:
ADMINISTRATIVO. IMPROBIDADE.
EXISTÊNCIA DE OMISSÃO NO ACÓRDÃO. EXISTÊNCIA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO QUE
INOCENTARIA O EMBARGANTE. QUESTÃO MERITÓRIA QUE DEVE SER APRECIADA EM MOMENTO
OPORTUNO. NÃO VINCULAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO. INDEPENDÊNCIA DE INSTÂNCIAS.
PREQUESTIONAMENTO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL. IMPOSSIBILIDADE.
1. A discussão a respeito do
cometimento ou não do ato de improbidade deve ser travada em momento oportuno,
ou seja, após a devida instrução probatória, oportunidade em que o embargante
poderá demonstrar a improcedência da acusação.
2. Ademais, é infundada a
alegação de que as conclusões adotadas em procedimento administrativo vinculam
o Poder Judiciário. Há independência entre tais instâncias que só é ressalvada
quando o juízo criminal (e não a instância administrativa) reconhece a
inexistência do fato ou da autoria.
3. Por fim, não é possível o
pretendido prequestionamento do art. 5º, XXXV da CF, uma vez que a apreciação
de suposta violação de preceitos constitucionais é matéria reservada pela Carta
Magna ao Supremo Tribunal Federal. Embargos de declaração acolhidos, sem
efeitos infringentes. (EDcl no AgRg no REsp 1288970 / MT EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
NO AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL 2011/0254853-6 Relator(a) Ministro
HUMBERTO MARTINS (1130) Órgão Julgador T2 - SEGUNDA TURMA Data do Julgamento
29/05/2012 Data da Publicação/Fonte DJe 01/06/2012)
Ante ao exposto, indefiro o pedido
de efeito suspensivo pretendido pelos agravantes , sem prejuízo do julgamento
definitivo do Agravo pela Col. Câmara.
Comunique-se ao juízo de primeiro
grau o inteiro teor desta decisão.
Intime-se o agravado para que
tome conhecimento do inteiro teor desta decisão e também para que, em 10 (dez)
dias, apresente, querendo, contraminuta ao agravo, ficando-lhe facultada a
apresentação de documentos.
Após, encaminhem-se os autos ao
Ministério Público para que, por intermédio de sua Procuradoria de Justiça, intervenha
também como de direito, na condição de fiscal da lei, também em 10 (dez) dias.
Intimem-se.
Cumpra-se.
São Luís, 8 de
janeiro de 2013.
Des. RAIMUNDO José
BARROS de Sousa
Relator Substituto
Pg. 458. Diário de Justiça do Estado do Maranhão DJMA de 22/01/2013
SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL
DENÚNCIA NÚMERO ÚNICO:
0004940-38.2012.8.10.0000
PROCESSO Nº 028065/2012
DENUNCIANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO
ESTADUAL
SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA:
DR. SUVAMY VIVEKANANDA MEIRELES
DENUNCIADO: MARIA DO SOCORRO
ALMEIDA WAQUIM -PREFEITA MUNICIPAL DE TIMON/MA
COMARCA: TIMON/MA
RELATOR: DES. RAIMUNDO NONATO DE
SOUZA
DESPACHO
Em análise dos autos, verifica-se
que a Denunciada apresentou defesa escrita, às fls. 115/137, sem documentos e
sem instrumento procuratório.
Dessa forma, com base no artigo
13, caput, c/c o artigo 284, caput, ambos do Código de Processo Civil, seja
intimada a Denunciada, na pessoa de seu Advogado, para que providencie a
juntada aos autos de instrumento procuratório, no prazo de 10 (dez) dias, sob
pena das cominações legais.
Cumprida a determinação ou
extrapolado o prazo, certifique-se nos autos.
Ato contínuo, estando a resposta
desacompanhada de documentos, e atendendo ao artigo 5º, caput, da Lei nº
8.038/90 e ao artigo 383, caput, do Regimento Interno deste Tribunal de
Justiça, determino sejam os presentes autos encaminhados à douta Procuradoria
Geral de Justiça, para se manifestar sobre a defesa apresentada.
Após, voltem-me conclusos.
Publique-se.
Intimem-se. Cumpra-se.
São Luís (MA), 07 de
dezembro de 2012.
Desembargador
Raimundo Nonato de Souza
Relator
Pg. 1237 e 1238. Diário de Justiça do Estado do Maranhão DJMA de
22/01/2013
AÇÃO: MEDIDA CAUTELAR PREPARATÓRIA
REQUERENTES: MARIA DA GUIA
FIGUEIREDO SANTOS, PAULO HERCULES DOS SANTOS, ROSANGELA MARIA FIGUEIREDO
SANTOS, HOSANA MARIA DOS SANTOS CHAVES
ADVOGADOS: JOSÉ VINÍCIUS FARIAS
DOS SANTOS - OAB/PI 5573
RAFAEL MILHOMEM DE SOUSA - OAB/PI
7024
REQUERIDOS: CONSTRUTORA OBRADEQ
CONSTRUÇÕES LTDA, MUNICÍPIO DE TIMON
FINALIDADE: INTIMEM-SE os
autores, através do advogado que os assiste, por meio do DJe, para que, no
prazo de 30 (trinta) dias, proceda ao pagamento das custas finais, no importe
de R$ 259,00 (duzentos e cinquenta e nove reais), atualizado em 19/12/2012, sob
pena de ser extraída certidão de débito e encaminhada ao FERJ, nos termos e na
forma do art. 26, da Lei Estadual nº 9.109, de 29 de dezembro de 2009.
Timon, 21 de janeiro
de 2013.
SIMEÃO PEREIRA E
SILVA
- Juiz de Direito da
4ª Vara Cível -PROCESSO nº 3685-59.2012.8.10.0060
Pg. 5. Executivo. Diário Oficial do Estado do Maranhão (DOEMA) de
07/01/2013
Recurso de Ofício
Processo nº 271/2004
Auto de Infração nº.
48363000502-6
Recorrente: Primeira Instancia do
TARF
Recorrente: Primeira Instancia do
TARF/Decisão nº 442/2005
Interessada: Imediata
Distribuidora de Produtos Farmacêuticos Ltda. Procedência: Timon/MA.
Relator; Antonio de Sousa
Freitas.
ACÓRDÃO Nº 141/2012 -TARF (dossiê anterior)
EMENTA: ICMS. Auto de Infração.
Relatório de conta corrente. Janeiro, março, maio, setembro e dezembro de 1998.
Infração não comprovada. Recurso de Ofício conhecido e não provido.
Vistos, relatados e discutidos os
autos deste processo em que são partes a Primeira Instância Julgadora como
recorrente e Imediata Distribuidora de Produtos Farmacêuticos Ltda, como
interessada, e
Considerando que a Decisão de
Primeira Instância reconheceu a procedência dos argumentos apresentados pelo
contribuinte, corroborados em diligencia fiscal, resultando na dispensa
integral do valor do imposto,
Acordam os membros do Tribunal
Administrativo de Recursos Fiscais, em Primeira Câmara Julgadora, por
unanimidade de votos, de acordo com o parecer da Procuradoria Geral do Estado e
extrato da ata da sessão de julgamento, conhecer do Recurso de Ofício negar-lhe
provimento, para manter a decisão recorrida.
SÃO LUÍS, 11 DE DEZEMBRO DE 2012
BILKIS MARIA BARBOSA LIMA
Presidente
ANTÔNIO DE SOUSA FREITAS
Conselheiro-Relator
Fui presente:
RAIMUNDO DE CASTRO MENEZES NETO
Representante da PGE na Primeira
Câmara
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