Já se passaram quatro meses desde que a polícia maranhense anunciou o desmembramento do caso Décio Sá, dando início oficial às investigações da rede de agiotagem que controla prefeituras no Maranhão.
E até agora nenhuma informação foi divulgada sobre o assunto, mantido em segredo desde a morte do jornalista.
Sabe-se apenas que cerca e 80 prefeituras tinham cheques em mãos do agiota Gláucio Alencar, preso como mandante do assassinato de Décio.
Mas não se sabe quais e quanto cada uma desembolsou.
O secretário de Segurança Aluísio Mendes prometeu divulgar a relação, mas a manteve engavetada. E com isso pode até ter beneficiado – involuntariamente ou não – alguns dos envolvidos na campanha municipal deste ano.
Os documentos foram encaminhados também ao Ministério Público Federal, que também nunca se manifestou publicamente sobre o assunto. (Releia aqui)
O caso da agiotagem segue, aliás, o mesmo rumo da invesigação aberta pela Polícia Federal para apurar supostas ligações do delegado Pedro Meireles com estes agiotas. (Leia aqui)
Mas esta é uma outra história…

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