Assembleia Legislativa

segunda-feira, 10 de abril de 2017

“Não sou rapariga do poder”, detona o vereador Anderson Pêgo

Pêgo: "Não sou rapariga do poder"
Mais uma sessão onde a pauta principal foram os próprios vereadores, no popular a “ripa desceu” nos discursos e até nos apartes num embate que parece sem fim. Como tem sido motivo de discursos na Casa além de pautar várias sessões desde o início desta legislatura, o vereador Anderson Pêgo (PRB) em discurso nesta segunda-feira (10) resolveu colocar alguns pingos nos is.

"Me sentir na obrigação de fazer esclarecimentos sobre o ataques que 'os três mosqueteiros do governo' fizeram a minha pessoa. Que os três mosqueteiro do governo gastaram três mil reais só para falar de mim, o povo não quer saber se o cabelo do Anderson Pêgo é liso... O Povo quer saber é o que o prefeito está fazendo. Cada vereador representa numa sessão R$ 950,00 que está saindo do bolso do contribuinte. E esses R$ 950,00 os três mosqueteiros gastaram só para falar do vereador Anderson”, disse o vereador do PRB.

Para Ivan do Saborear...

Citando diretamente o nome do vereador Ivan do Saborear, o parlamentar oposicionista foi direto e reto. "Nunca lhe desrespeitei vossa excelência aqui nesta Casa. Porque o modo de vossa excelência fazer política é diferente do meu, o meu modo não é covarde, eu não sou covarde. Entendeu?... Eu nunca lhe chamei no meu gabinete para dizer que secretário A ou B era ladrão, eu nunca lhe chamei no meu gabinete para dizer isso! Que é o gabinete hoje que vossa excelência me cedeu”.

“Rapariga do poder”

Outro citado no discurso do vereador Anderson Pêgo foi o líder do governo Leitoa na Câmara, Zé Carlos Assunção. "E aí vereador Zé Carlos [Assunção], vossa excelência disse que eu era arrogante, que eu era isso, que eu era aquilo. Mas, vossa excelência esqueceu de dizer que eu tenho uma qualidade, eu não sou 'rapariga do poder'. Eu não sou 'rapariga do poder', eu tenho essa qualidade na minha pessoa, eu não me moldo de acordo com o poder”, frisou.

Sem respostas - Ao finalizar seu discurso, o vereador Anderson Pêgo deixou algumas perguntas que segundo ele segue sem respostas. "Quero dizer para o vereador Zé Carlos Assunção que se ele for tirar mais uma hora para falar de mim que ele fique a vontade. E que na verdade o papel dele é, responder por que a escola lá do [povoado] Sangradouro as crianças estão bebendo água com larvas de mosquito da Dengue, responder por que as estradas da zona rural estão cortadas, responder por que as unidades básicas de saúde só têm médicos dois dias na semana e responder por que a cidade está cheia de buracos".

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