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domingo, 1 de dezembro de 2019

"Flávio Dino amplia potenciais do Maranhão com participação em Consórcios Interestaduais", diz Simplício Araújo

O Maranhão contou com uma importante agenda dos Consórcios Governamentais, com as reuniões do 19º Fórum de Governadores da Amazônia Legal e com a 21ª edição do Fórum de Governadores do Consórcio Interestadual para o Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), realizadas nesta quinta (28) e sexta-feira (29), respectivamente, em São Luís. 

Durante a reunião com os governadores do BrC, foi anunciado a primeira compra de medicamentos para os sete estados que compõe o Consórcio. Uma compra conjunta para a área de saúde também foi anunciada por Governadores do Fórum da Amazônia Legal. A aquisição seguiu o modelo já utilizado pelo BrC, formado pelos nove estados nordestinos, que garantiu economia de 30% na aquisição conjunta de medicamentos.

O secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, representa o Governo do Estado no Consórcio, explica a importância da sinergia entre todos os Consórcios para o Brasil. “São dois importantes consórcios, um da Amazônia, com pautas relevantes e de interesse da sociedade, até de âmbito global, sobre a conservação ambiental, com a preservação das matas e florestas e tantos outros, como mobilidade, e também o consórcio do Brasil Central, que traz para o Maranhão duas importantes vertentes que se somam ao terceiro que é o do Nordeste e mostra o comprometimento do governador Flávio Dino com o Estado”. 

As principais pautas debatidas durante o 19º fórum de Governadores da Amazônia giram em torno do desenvolvimento sustentável da região amazônica.  Já a reunião do BrC debateu compras conjuntas e ações interestaduais, além de temáticas de desenvolvimento do agronegócio; turismo integrado e o estudo de parcerias internacionais comuns a todos os estados envolvidos. 
Os encontros reuniram chefes do Executivo e representantes das regiões dos três Consórcios. Os Consórcios ajudam a estreitar parcerias, cooperação, além de debater temas pertinentes às regiões. "O Governador Flávio Dino busca ampliar os potenciais do Maranhão, por meio dos Consórcios Interestaduais. Nós temos duas principais dificuldades em âmbito nacional, a ausência de recursos e a burocracia. E a nossa intenção com os consórcios é destravar esses gargalos”, acrescenta Simplício Araújo. 

"O Maranhão tem despertado o interesse dos outros estados. Aqui nós temos um elemento importante, que é a Baía de São Marcos e o Porto do Itaqui, que tem papel estratégico nos Consórcios, sendo referência em todo o escoamento da produção brasileira. O governador Flávio Dino tem tratado esses diálogos com muita responsabilidade e mostrado que uma boa gestão pode fazer toda diferença que é o que acontece no Maranhão, a partir do Porto do Itaqui". 

Porto do Itaqui

As vantagens geográficas, a eficiência multimodal, o crescimento em infraestrutura, a partir das operações do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), do porto do Itaqui, alimentam diversas cadeias produtivas no estado ao longo de sua área de influência e a integração do Maranhão ao Consórcio, vai expandir o escoamento da produção dos outros estados que fazem parte da iniciativa. 

Incentivo

O Banco de Brasília (BRB), assinou, ainda, convênio com o consórcio para oferecer linha de crédito de R$ 1 bilhão a empresas, com o objetivo central de gerar emprego e renda. “A ação vai aprimorar e adensar várias cadeias produtivas e segmentos econômicos importantes para os sete estados que compõe o Consórcio – Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e do Distrito Federal. “O acordo vai impactar diretamente nas estruturas de desenvolvimento das regiões”, diz Simplício. 

Economia

As reuniões do BrC resultaram em uma compra conjunta de 113 tipos de medicamentos, que teve a assinatura de todos os governadores do consórcio Brasil Central, que deve ser fechada no início do ano, avaliada em R$ 170 milhões. O Maranhão entrou com um aporte acima de R$ 16 milhões, movimento que representa economia para os cofres públicos, já que, juntos, os Estados conseguem descontos maiores.

“Essa compra compartilhada deve produzir até 30% de economia para todos os estados do BrC. Foi um investimento não só em medicamentos, mas em outras áreas, consequentemente. Com a unidade formada pelos estados, vai sobrar dinheiro para investir em outras prioridades em todas as regiões”, avalia Simplício Araújo.

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