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terça-feira, 17 de setembro de 2019

"As unidades de saúde estão sem médicos, sem medicamentos e quase sem poder funcionar", denuncia vereador

“A saúde de Timon, que já não existe nas Unidades Básicas de Saúde, já não existe hoje em Timon a saúde de bairro, as unidades de saúde estão sem médicos, sem medicamentos e quase sem poder funcionar. E agora, os médicos da UPA ameaçam entrar de greve porque já estão com quatro meses de salário atrasado. Se a saúde básica, não está funcionando e se acontecer a greve dos médicos da UPA, devido a este atraso de quatro meses, o que será dos timonenses? Porque você já não tem pra quem recorrer nos bairros”. Esse foi o diagnóstico preocupante da saúde de Timon feito pelo vereador Anderson Pêgo durante discurso na sessão desta segunda-feira (16) na Câmara Municipal.

Ainda de acordo com o vereador Anderson Pêgo os médicos que prestam serviço a gestão do governador Flávio Dino estão com quatro meses de salários atrasados e estão ameaçando entrarem em greve.

“O hospital de Peritoró foi fechado agora, o de Presidente Dutra reduziu a quantidade de médicos especialista e se diz que a saúde do Maranhão está evoluindo. Infelizmente, o hospital Alarico Pacheco está da mesma forma”, lamentou o parlamentar.

O parlamentar alertou que é urgente cobrar do governador Flávio Dino, que pague os salários atrasados dos médicos da UPA e do hospital Alarico Pacheco em Timon. 

Anderson Pêgo chamou a atenção para a possibilidade de caos na saúde. “Já não existe a saúde nos bairros, as unidades básicas de saúde já não funcionam e agora a acende-se a luz vermelha na UPA de Timon. A qualquer momento pode-se deixar de estar atendendo a população, porque os funcionários estão ameaçando entrar de greve devido a quatro meses de salários atrasados. Essa é uma preocupação latente que temos hoje em Timon, porque vai virar um caos se realmente os médicos concretizarem essa greve que eles estão prometendo fazer”.

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