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domingo, 10 de março de 2019

Para o secretário Marcelo Tavares a candidatura de Flávio Dino a presidente “é brincadeira”

Para chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Marcelo Tavares a candidatura de Flávio Dino a presidente da República “é brincadeira”
O secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Marcelo Tavares, classificou de “brincadeira” a idéia de lançar o governador Flávio Dino à Presidência da República em 2022, segundo reportagem publicada neste domingo (09) pelo Jornal Pequeno. A declaração teria sido dada numa entrevista à John Cutrim, apresentador do programa Resenha, na TV Difusora, sexta-feira(08).

Desde que se reelegeu e passou a ser um dos maiores defensores da candidatura de Fernando Haddad (PT) no segundo turno da disputa presidencial e em seguida assumir o papel de crítico contumaz do presidente Jair Bolsonaro, mesmo antes dele tomar posse, Flávio Dino passou a ser apresentado como presidenciável para suceder Bolsonaro. A defesa de sua candidatura é feita tanto por simpatizantes quanto apoiadores políticos e até mesmo uma página no Facebook foi criada para propagar sua idéias para o Brasil.

Para Marcelo Tavares, no entanto, isto não passa de uma brincadeira, inventada pelo próprio governador, que estaria se preparando para disputar o Senado daqui a três anos. “Falar sobre isso agora é uma precipitação sem tamanho”, reconhece o secretário.

Antes de pensar em disputa presidencial, Flávio Dino tem duas prioridades: fazer um bom governo para lhe dar projeção nacional e evitar a perda do mandato na Justiça Eleitoral, onde será julgado pelos crimes de abuso político e econômico. Ele já está condenado em primeira instância pela juíza Anelise Reginato, da comarca de Coroatá, que cassou seus direitos políticos.

Além desta condenação, pela qual está inelegível, Dino enfrenta outras denúncias formuladas pela coligação de sua opositora Roseana Sarney (MDB). O Ministério Público Eleitoral (MPE) já deu parecer contra o governador e o caso será levado ao pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Independentemente do resultado, a ação subirá para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações são do Maranhão Hoje.

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