Assembleia Legislativa

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Governo Leitoa contesta Sílvio Mendes: "Teresina recebe R$ 730 mil reais todos os meses”

Assessoria de Comunicação do governo Luciano Leitoa contestou as declarações presidente da Fundação de Saúde de Teresina, Sílvio Mendes
A informação repassada pelo presidente da Fundação de Saúde de Teresina, Sílvio Mendes de que em Timon não tem médico ortopedista para atender a população (reveja), causou o maior alvoroço em setores da imprensa ligada a prefeitura e em todos os setores do governo Luciano Leitoa que nesta segunda-feira (30), cuidaram logo cedo em contestar.

No vídeo acima mostra a declaração do presidente Sílvio Mendes durante entrevista, "Qual é a justificativa de uma cidade como Timon, nossa vizinha aqui, com uma população de 160 mil e não tem um ortopedista para atender a população de Timon?"

Segundo a nota enviada ao Blog do Ludwig pela Coordenação de Comunicação da prefeitura de Timon, a rede municipal de Saúde conta com cinco ortopedistas atendendo regularmente a população distribuídos em três unidades e somente nos casos mais graves é que os pacientes são encaminhados para Teresina que recebe R$ 730 mil para cobrir esses procedimentos.

Confira abaixo a íntegra da nota enviada

NOTA À POPULAÇÃO DE TIMON

O Presidente da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, Silvio Mendes, em entrevista à TV Cidade Verde, fez críticas ao município de Timon, afirmando que este não possui sequer um ortopedista, o que acarreta sobrecarga para o sistema público da capital piauiense. Em respeito ao cidadão timonense, cabe esclarecer o seguinte:

Timon conta com cinco ortopedistas atendendo regularmente a população, sendo três no Hospital do Parque Alvorada (HPA), um na Policlínica e um no Centro Especializado em Reabilitação Maria do Carmo Neiva.

Somente em 2017, foram realizadas mais de 5 mil consultas ortopédicas e 17 mil exames de raio x, além de engessamentos, imobilização e atendimento ambulatorial. Apenas os casos mais graves (média e alta complexidade) são encaminhados para o Hospital de Urgência de Teresina e para a Macrorregional de Caxias, protocolo que faz parte de um decreto de 2011, no qual o Ministério da Saúde permite aos municípios pactuarem procedimentos de média e alta complexidade com outros municípios. Teresina recebe R$ 730 mil reais todos os meses, sendo 330 mil do Estado do Maranhão e 400 mil do Ministério da Saúde, para cobrir esses procedimentos.

Essa é a lógica do SUS – Sistema Único de Saúde, que oferece atendimento universal, baseado na distribuição da população no território do país, e não na divisão política entre estados. Por essa mesma lógica, para alguns procedimentos médicos, Timon também atende brasileiros de outros municípios, como Parnarama e Matões.

Evidentemente, é do conhecimento de todos que persistem carências de financiamento e severas limitações orçamentárias, a despeito da União, Estados e Municípios investirem R$240 bilhões por ano no setor da saúde.

Em todos os fóruns do setor, o Governo do Maranhão, assim como a Prefeitura de Timon, tem atuado para garantir que Teresina receba e, se possível, amplie os recursos da compensação financeira pelo atendimento das cidades maranhenses mais próximas.

Teresina e Timon, atuando em parceria, têm lutado para melhorar o atendimento da população, valorizando com gestão séria os limitados recursos que recebem.

(Coordenação Geral de Comunicação – CGCOM, Prefeitura de Timon)

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