Assembleia Legislativa

sábado, 3 de junho de 2017

“Ainda não decidi”, diz Roseana Sarney sobre a sua candidatura ao Governo

“Ainda não decidi”, diz Roseana Sarney sobre a sua candidatura ao Governo do Estado em 2018
A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) disse nesta sexta-feira (02) que ainda não decidiu se irá ou não disputar a eleição de 2018, como candidata ao Palácio dos Leões. Segundo ela, é muito cedo para tratar dessas questões e precisa levar em conta uma série de questões, inclusive, a idade. A declaração foi dada num almoço por ela organizado na Cabana do Sol (Avenida Litorânea) para comemorar a nova idade (64 anos), embora seu aniversário tenha sido na quinta-feira (1°), do qual participaram familiares e diversas lideranças políticas, mas ela considerou um encontro de amigos “para celebrar a vida”.

Indagada por que então diversos aliados seus, dentre eles o seu irmão Sarney Filho (ministro do Meio Ambiente), se encarregam de propagar essa candidatura, ela disse que deve ser porque todos esperam que o PMDB tenha um candidato a governador e o seu nome sempre é o mais lembrado por já ter exercido o cargo quatro vezes e ter um grande volume de obras espalhadas por todo o Maranhão. Ela disse que, caso não se candidate, o partido encontrará outro nome.

Roseana desconversou quando foi perguntada se indecisão se deve à crise política instalada em Brasília, onde o presidente Michel Temer, que é do seu partido, passa por um momento delicado. “Nós temos que pensar primeiro no Brasil, depois se fala de eleição”. Quando provocada a responder ao comentário feito pelo governador Flávio Dino (PCdoB) de que seria bom se ela participasse da disputa, respondeu com um sorriso e um aceno de negativo cabeça, como se não quisesse manifestar opinião sobre isso.

A ex-governadora também se recusou a estender a resposta para a pergunta sobre como analisa o fato de quase todos os dias ser mencionada pelo governador, em discursos, artigos e, principalmente, pelas redes sociais, direta ou indiretamente. “Meus ouvidos estão tampados para não ouvir o que eu não quero, assim como minha boca não se abre para falar o que eu não devo”. Apesar do assédios de correligionários, que esperavam dela um pronunciamento sobre eleição, pediu para que essa questão seja tratada no momento oportuno.

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