Assembleia Legislativa

sábado, 4 de março de 2017

Setor de Construção Civil foi o que mais demitiu no Maranhão no mês janeiro, segundo dados do Caged

Maranhão começa 2017 com fechamento de mais de 2 mil postos de trabalho em janeiro

O setor de construção civil foi o que mais contribuiu para que o Maranhão iniciasse 2017 com um saldo negativo na geração de empregos, com o registro de 2.149 postos de trabalho desativados somente no mês de janeiro. Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta sexta-feira (03) pelo Ministério do Trabalho e Previdência (MTE).

De acordo com os números, em janeiro foram admitidas no estado 11.047 pessoas, porém as demissões somaram 13.196, o que gerou um saldo negativo de 2.149. Com este resultado, o acumulado de 12 meses chegou a 17.361 trabalhadores com seus empregos perdidos. De fevereiro de 2016 a janeiro deste ano, as admissões no Maranhão chegaram a 150.946 e as demissões 168.307.

Apesar do alto índice, janeiro deste foi bem melhor que o de 2016, quando no Maranhão foram fechados 3.241 postos de trabalho.

O setor de construção civil correspondeu com mais da metade dos empregos perdidos no estado e apenas um, agropecuária, teve desempenho positivo, como mostram os dados abaixo: Extrativa Mineral -6; Indústria de Transformação -212; Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP -13; Construção Civil -1.310; Comércio -603; Serviços -7; Administração Pública -57; Agropecuária 59.

Desempenho – Conforme a estatística do Caged, o setor de construção civil contratou, em janeiro, 1.453 trabalhadores e demitiu 2.763. No comércio, o segundo setor que mais demitiu, foram 3.569 contratações, a maioria delas temporária, por conta ainda das festividades de fim de ano e carnaval, contudo 4.198 foram dispensados, resultando no fechamento de 603 postos de trabalho.

Na indústria de transformação, o segmento que registrou maiores perdas foi o de alimentos e bebidas, com 227 admissões e 489 demissões, ou seja, um saldo negativo de 262. Já a agropecuária, o único setor com saldo positivo, contratou 975 e demitiu 916, ficando com saldo de 59.

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