terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A tribuna da Câmara de Timon não é mais a mesma após a chegada do vereador Anderson Pêgo

Que as sessões da Câmara de Vereadores de Timon não são mais as mesma isso ninguém tem dúvida, isso até tem provocado o aparecimento de um público novo. As sessões agora na Casa do Povo passaram além de indicações para que o Poder Executivo recupere ruas, sarjetas e outras coisas de praxe a assuntos antes nunca tocados na tribuna, fora discursos mornos e um ambiente onde era quase que 100% dominado pelos governistas.

Agora nesta legislatura com lideranças emergentes e de vários seguimentos da sociedade timonense a Câmara de Timon passa a ter novos contornos e pauta antes pouco tocada na tribuna. Um discurso feito com maestria nesta segunda-feira (20), foi um espécie de marco na tribuna do Poder Legislativo e deixou muito dos que ouviram com a boca aberta. Não se viu uma denúncia vazia, mas, sim algo explanado didaticamente dentro de uma cronologia.

O vanguardista dono de um discurso de fácil entendimento e que causou polêmica nesta segunda-feira, talvez marque a história da Câmara de Timon, foi o jovem vereador Anderson Pêgo (PRB), já apelidado por alguns como o “rei da tribuna”. É ele o dono da maior intimidade até aqui com a tribuna mesmo ainda no seu primeiro mandato e isso o jovem parlamentar timonense demonstrou a todos que o assistem, inclusive na denúncia que apresentou com riqueza de detalhes (veja).

E mesmo com tantas denúncias em tão pouco tempo levado a tribuna pelo vereador Anderson Pêgo vem causando estranheza principalmente para os que acompanham os trabalhos na Câmara o silêncio de alguns parlamentar governistas. Enquanto a Câmara “pega fogo” alguns leitoistas só assistem e outros até que se esforçam na defesa do governo, mas, sem sucesso.

Caso Lixão

É também do vereador Anderson Pêgo a iniciativa inovadora de saber através da Lei a Informações Pública os gastos do dinheiro público. E usando o que lhe é de direito pediu a prefeitura de Timon os detalhes sobre os gastos com o aterro sanitário que funciona num terreno alugado na zona rural do município e já foram pagos para este fim o valor de R$ 540 mil (veja). Ainda nesta semana o Blog do Ludwig vai detalhar mais sobre esse caso.

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