Assembleia Legislativa

domingo, 14 de agosto de 2016

Prefeito diz que Flávio Dino tem “surto autoritário” e que comunista “esconde a verdade”

Prefeito Léo Costa detona o comunista Flávio Dino
O prefeito Léo Costa (PDT) decidiu esticar a corda na disputa com o governador Flávio Dino (PCdoB) sobre quem fala verdade acerca da polêmica intervenção da direção estadual do PDT no diretório municipal de Barreirinhas com o objetivo de inviabilizar a candidatura do atual mandatário, filiado ao partido, a fim de fortalecer a do ex-juiz do Trabalho Amílcar Rocha (PCdoB).

Na sexta-feira (05), com base numa liminar da Justiça, Léo realizou a convenção pedetista e garantiu sua candidatura à reeleição, apesar das ameaças do interventor, Renato Dionísio, mas a questão ainda está, juridicamente, indefinida, e para alimentar o debate, o governador trouxe uma revelação nova, a de que em 2012 houve um acordo com o prefeito para que ele se lançasse com o apoio de diversos partidos de “esquerda”, mas que se abstivesse de concorrer a novo mandato em 2016. A declaração do governador foi dada ao jornalista Raimundo Garrone, blogueiro do Jornal Pequeno. Disse Flávio Dino:

“Não sei como ficará esta situação na Justiça. Não sei como foram os procedimentos internos do PDT. O partido adotou uma intervenção visando cumprir um acordo de 2012. Foi feito um acordo na minha presença que o prefeito Leo não seria candidato à reeleição e apoiaria outro candidato. Este acordo propiciou a grande união em torno do Leo que propiciou sua vitória na eleição em 2012. Teremos uma disputa interna no PDT e vamos acompanhar. De qualquer forma, estarei no palanque do candidato Amilcar [Rocha]”.

O jornalista Roberto Kenard correu atrás da outra versão e obteve uma nota de esclarecimento do prefeito, publicada em sua página no Facebook, em que ele faz duros ataques ao governador e esclarece que o acordo de 2012 foi retificado em 2014, quando Amílcar disse que trocaria o apoio de sua eleição a prefeito pela de deputado, o que foi acordado. Em sua nota, Léo lamenta nenhum dos correligionários de Flávio Dino presente na reunião de dois anos atrás tê-lo alertado sobre o segundo entendimento.

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